FELIZ 2005 !!!

Este é o último post do ano de 2004. E quero agradecer a todos vocês que acessam o blog MADONNA POP por terem tido paciência para ler o meu diário madonnico (como disse o meu amigo, Pro). Conheci tantos outros fãs de Madonna através deste blog!!! E está sendo uma experiência formidável.
Que no próximo ano, possamos ver as coisas à nossa volta com novos olhos. Que, definitivamente, tenhamos aprendido as lições de 2004, porque em 2005 serão outras que vamos ter que quebrar a cara, mas isso que é o bom da vida. Tem dia que damos com a cara na porta e em outros estamos por cima.
Este ano foi muito rico em experiências para mim. Novas sementes foram plantadas e espero colhê-las em 2005. E é com esse pensamento que desejo a todos vocês sucesso em 2005, além, é claro, de saúde, amor, dinheiro e muito mais.
- Postado por: Marcus Vinícius às 00h45
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TOCADA PELA PRIMEIRA VEZ

“Like a Virgin” é a música mais t-o-c-a-d-a, literalmente, nos EUA em dezembro de 1984, posição que mantém por seis semanas.
Com esta música, Madonna cravou seu nome para sempre na mente de milhões de pessoas ao redor do mundo. Todos foram tocados (!!!) por essa mulher. Eu fui e vocês também, não é, mesmo? Caso contrário, eu não estaria escrevendo aqui e vocês não estariam lendo isso agora. rsrsrs
Abraços a todos e o ano novo está chegando. Preparem as simpatias... 10-9-8-7-6-5-4-3...
- Postado por: Marcus Vinícius às 00h04
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TRIÂNGULO AMOROSO

Para ver como Marilyn estava sempre presente na vida da Madonna, é só relembramos o início do tão tumultuado relacionamento de Madonna e Sean Penn.
Em dezembro de 1984, Madonna conhece o ator Sean Penn durante as gravações do clipe de “Material Girl”. Eles começam a namorar.
Foram casados durante 3 anos, mas até hoje esse casamento é falado pela imprensa. Vocês imaginam na época? Pois, é! Não eram deixados em paz um minuto se quer.
Bom, mas voltando ao início de tudo. Lá pelo ano de 1984, Madonna resolveu prestar uma homenagem à Marilyn Monroe com o clipe de “Material Girl”, fazendo alusão ao filme da diva, “Os Homens preferem as Loiras”.
E quem estava assistindo a sua performance dos bastidores, era o seu futuro ex-marido, Sean Penn. Poderia ser dito, que foi amor à primeira vista, ou sei lá, que ela levou um soco no estômago ao vê-lo... que maldade!!! rsrsrss
O que eu quero dizer é que os dois perceberam que ambos possuíam afinidades e uma delas era o amor por Marilyn Monroe. E Sean fez um convite “super romântico”, convidou Madonna para visitar o túmulo (!!!) de Marilyn. A partir daí os dois ficaram mais próximos ainda.
Cada um tem a sua loucura!!!
E nesse caso, Marilyn fez papel de cupido entre Sean e Madonna.
- Postado por: Marcus Vinícius às 14h01
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HO! HO! HO! FELIZ NATAL!!!

Quero desejar um FELIZ NATAL a todos vocês que acessam o meu blog. Muito amor, paz e união para todos nós. Amém.
- Postado por: Marcus Vinícius às 16h09
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JACKIE KENNEDY

Como estamos falando dessa fase “Marilyn” da Madonna. Não podemos esquecer que o ídolo de Madonna foi amante do marido de Jackie Kennedy. E lembrei que neste ano, faz exatos 10 anos da morte de Jackie Kennedy, falecida em maio de 1994. Pesquisando na net, encontrei este texto que fala um pouco desse ícone.
“Referência mundial de elegância e sofisticação, Jacqueline Bouvier Kennedy Onassis envolveu a América em uma aura de charme e cultura e se tornou referência histórica dos anos sessenta. Ela soube como ninguém utilizar o seu carisma e inteligência no cargo de primeira-dama dos Estados Unidos para colaborar com a administração de John F. Kennedy.
Habilidosa em questões políticas, Jackie usou essa qualidade para administrar dramas e conflitos familiares, mas não conseguiu superar alguns dilemas conjugais.
Neste ano, quando se completa uma década após a sua morte, a editora Arx lança neste mês o livro: Mrs Kennedy, uma biografia que relata os mil dias passados na Casa Branca. Baseado em registros minuciosos de agentes secretos que acompanharam a rotina da família.
A obra relata também cartas escritas por Jacqueline para amigos e pessoas próximas, somada as entrevistas da autora Barbara Leaming. A publicação traz informações importantes sobre sua adolescência que são fundamentais para compreensão dos fatos.
A autora comenta, por exemplo, a relação difícil de Jackie com sua mãe e o quanto essa influência foi nociva à sua auto-estima. Por ironia do destino, ela se casou com o solteiro mais cobiçado da América, provando para si mesma que era atraente e desejável.
A ilusão do casamento perfeito contrastou logo cedo com a tradição dos homens da família Kennedy: a infidelidade. E como JFK não fugiu à regra, ela preferiu a conivência com essa traição – preferindo se ausentar, na maioria das vezes, de Washington para não se deparar com as dezenas de parceiras sexuais do homem que amava – para continuar fazendo parte daquele universo de poder.
A ascensão de Jacqueline no governo também é abordada na obra, desde o começo da gestão, quando permaneceu anônima e distante das decisões políticas, até se descobrir como a parceira ideal de JFK, aproveitando-se de sua serenidade, inteligência e diplomacia comprovadas em suas visitas oficiais, principalmente a líderes da França, Rússia, Índia e Paquistão.
Em Mrs. Kennedy, a autora detalha facetas desta mulher que reuniu uma legião de admiradores em todo o mundo, lutou incansavelmente pela profissão do marido e que, para fortalecer e manter seu casamento o transformou em algo sólido e profundo, sem se deixar abater pelas atitudes instintivas de JFK.
O livro traz ainda os bastidores da administração, resgatando com detalhes as crises vividas pelo governante e suas as decisões impensadas que repercutiram na morte de soldados americanos no episódio da Baía dos Porcos, e também nos conflitos com Cuba, na questão nuclear e na relação com a antiga União Soviética, além da guerra da Vietnã.
A obra também esclarece fatos e posturas adotadas pessoalmente por JFK e situações onde ele foi influenciado por mentores do governo na condução de uma potência como os EUA, além de revelar os segredos de uma era – interrompida em 1963 com assassinato de John Kennedy - e situações que até hoje são lembradas e que definitivamente marcaram os rumos da política e da economia mundial.
O livro, de 568 páginas, à R$ 59, já pode ser encontrado nas livrarias. A tradução foi feita por Cordelia Magalhães."
- Postado por: Marcus Vinícius às 00h42
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O CASAMENTO

Há exatos quatro anos, Madonna finalmente se uniu à sua “alma gêmea”, “tampa da panela”, “príncipe encantado”...rsrsrs... ou o que vocês quiserem... rsrsrs
A própria disse em entrevistas que havia ficado muito cínica em relação ao amor, mas ao encontrar Guy tudo mudou... parece propaganda... que lindo!!! E só levou 40 anos para que ela se sentisse muito feliz ao lado do amor da sua vida.
Torço para que este casamento seja duradouro, pois Madonna está muito feliz, apesar dos olhos gordos de muita gente por aí. Mas, o que importa é que Madonna prova que pode ser escritora, dançarina, cantora, mãe e tudo mais e ainda a mulher do Guy.
- Postado por: Marcus Vinícius às 12h51
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A RAINHA DA MODA

É normal hoje em dia, vermos Madonna sendo considerada a musa de todos os estilistas mais importantes do mundo.
É corselete em exposição, é vestido em outra, fotografias estampadas em milhares de camisetas vestidas por fãs e não-faz, etc e etc. Sem, contar as cantoras teen que imitam seu estilo.
Mas houve um tempo, que mesmo fazendo moda, Madonna não era considerada a RAINHA. Que tempo foi esse? O tempo em que Jackeline Kennedy ainda estava viva.
Nunca houve uma mulher tão copiada como Jack. Não importava se fosse o cabelo, vestido, saia, decote... tudo que fizesse e usasse, tornava-se moda e ela era endeusada por todos. E não fazia o mínimo esforço para isso.
Quando faleceu em 1994, lembro que li uma nota na Veja: “Com a morte de Jackeline Kennedy Onassis, o cargo de mulher mais bem vestida do mundo agora será disputado pela princesa Diana e Madonna”. Discordei na hora com tal afirmação. Madonna poderia ser “antenada”, grande divulgadora de novas tendências, mas naquela época estava longe de ser uma mulher elegante e sofisticada.
Resultado, a princesa Diana ocupou o espaço de mulher mais elegante do mundo até 1997, ano em que faleceu.
Com o nascimento de sua filha e com uma mudança interior completa, Madonna deu lugar à uma nova mulher, mais sábia, pensativa, mostrando-se aos olhos do mundo mais ponderada em seus atos e palavras.
Essa mudança se fez refletir em suas roupas e postura. Madonna estava preparada para ser considerada a mulher mais elegante do mundo. O tempo só fez provar que aquela nota na revista estava certa.
- Postado por: Marcus Vinícius às 01h21
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JOHN-JOHN

Nessa fase de “Marilyn Monroe Total” em que Madonna se encontrava, faltava alguma coisa para que ela se SENTISSE a própria. Mas o quê?
Ora! Ter um romance com um Kennedy! Só isso! E foi o que ela fez. Um de seus planos ambiciosos para o início da década de 90 foi flertar com John-John, o filho de John e Jackeline Kennedy.
Madonna estava de fato se tornando a Marilyn Monroe, talvez até pensasse estar possuído pelo espírito, não sei...rsrsrs, mas levou seus planos adiante para ser uma imagem forte na mente das pessoas assim como o ícone do cinema.
Não demorou muito para Madonna ser vista circulando com o seu mais novo troféu, John- John. Sim, ele caiu nas armadilhas da nossa querida Madonna. Nessa, época foi cogitado até que ela poderia vir a se tornar a primeira-dama dos Estados Unidos, pois o povo americano esperava que John-John seguisse o caminho do pai.
Madonna estava com tudo. Nada poderia detê-la. Engano. Havia uma mulher mais poderosa que ela em todos os sentidos, Jackeline Kennedy.
Jackie, para os íntimos, sempre foi invejada, admirada por homens e mulheres do mundo inteiro.. quer seja por sua beleza, classe, cultura, estilo de vida, valores... em tudo parecia que era perfeita. E Madonna, não deixaria passar em branco a oportunidade de conhecer esse ícone americano.
Ela pediu para que John-John a apresentasse à sua mãe, mas ele relutou em todas as tentativas. Motivo: Madonna não era o tipo de mulher que Jackie Kennedy apreciava. Mas, Madonna não desistiu fácil e continuou persuadindo-o para que a apresentasse a Jackie Kennedy. Ele criou coragem e conversou com a mãe.
Resposta: um sonoro NÃOOOO!!! Ela achou um desrespeito ele está se relacionando com uma mulher vulgar, interesseira, que ainda por cima se fantasia da amante do pai (Marilyn Monroe). Para Jackie Kennedy, Madonna não passava de uma vagabunda.
Madonna ficou furiosa quando John-John contou-lhe que sua mãe não queria conhecê-la. Pela primeira vez, Madonna não poderia ter o que queria. Acredito que deve ter odiado com toda força a Jackie Kennedy, mas se pudesse voltar ao tempo, não teria sido tão presunçosa e talvez Jackie tivesse a conhecido.
Se Madonna achava que estava acima de qualquer artista e era única, pensou duas vezes quando se deparou com Jackeline Kennedy.
- Postado por: Marcus Vinícius às 10h47
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